Respostas

Saber responder de forma adequada, sábia e equilibrada é uma virtude. Algo que muitas vezes nos tranquiliza e traz paz ao nosso coração. Admiramos quem assim faz.

Em situações difíceis e de crise algumas vezes não sabemos como agir, como responder. Quem nos dera ter o gabarito para estas questões que parecem impossíveis.

Jesus enfrentou muitas situações críticas e foi questionado de várias formas. Suas intenções, sua autoridade, sua interpretação da Lei e até sua filiação.

Na tentação, feita pelo próprio Satanás, foi colocada em dúvida a filiação de Jesus. Satanás iniciava assim: “Se és filho de Deus…” e misturando um pouquinho de dúvida com necessidades legítimas, montava seu ardil. Mas em todas suas respostas, Jesus afirmava: “Está escrito…” . Convicto. Certo. Seguro. Sem vacilar. As respostas já estavam escritas!

Esta é a palavra de Deus. As Escrituras. A Bíblia. O nosso gabarito.

E você sabe onde estão escritas as palavras que Jesus respondeu a  Satanás?

Pense um pouco. Deuteronômio! As respostas que Jesus deu estão lá (Dt 8:3; Dt 6:16; Dt 6:13), e isso é muito interessante. O título desse livro, Deuteronômio, significa repetição da Lei. Deutero, segunda vez, repetição e Nômio, de nomos, que significa Lei.

Repetição, uma prática comum na educação. Repetir, exercitar, praticar, memorizar, guardar. Até que um conceito, um princípio seja assimilado, entendido, incorporado.

E é em Deuteronômio que temos Dt 6:4 – 7, o Shema, um apelo para que o povo de Deus, ouça. Ouça a essência da Lei. Nos estimulando a falar com os nossos filhos em todo o tempo, sobre amar a Deus acima de todas as coisas. Falar em casa, na mesa. Falar pelo caminho, nos passeios, no trânsito, nas viagens. Falar na hora de ir para cama, falar no café da manhã. Repetindo. Repetindo, até chegar ao coração!

Para te ajudar nesta tarefa divina a Escola Dominical e o Ministério Infantil, estão aqui. Ore, apoie, incentive e colabore para que seus filhos e outras pessoas ouçam a palavra de Deus. Ouçam o que está escrito. Ouçam as Respostas!

Pb. Rodrigo Rodrigues

 

 

 

 

 

Pequenos Grupos (perguntas mais frequentes)

• Por que devo fazer parte de um Pequeno Grupo?

Porque acreditamos que não podemos viver em comunidade sem relacionamentos profundos e é no Pequeno Grupo que temos a oportunidade de dividir a vida com irmãos, abençoando e sendo abençoados.

• Porque os Pequenos Grupos devem se reunir em casas, dias e horários fixos?

Porque queremos proporcionar uma identidade maior para os nosso Pequenos Grupos, facilitando assim o acesso de pessoas novas a esses locais. Lembrando que todos esses (dia, horário e local) são definidos pelo líder do grupo.

• Quais são os objetivos dos Pequenos Grupos?

Os Pequenos Grupos existem para Evangelizar, Confraternizar, Edificar e Servir. O Pequeno Grupo deve ser o lugar onde os irmãos se encontram, os novatos entre nós tenham acesso e seja também uma oportunidade de se levar pessoas que ainda não conhecem a Jesus.

• Os Pequenos Grupos irão se dividir um dia?

Cremos que quando criamos um ambiente favorável para a participação e agregação de pessoas a tendência é que outros comecem a fazer parte, com isso o Pequeno Grupo deixa de ser Pequeno e o que era um pode ser multiplicado em dois, três, facilitando assim o aprofundamento de relacionamentos.

• Como devo escolher o meu Pequeno Grupo?

Você pode optar por um desses critérios: proximidade da sua casa, horário e dia disponível, empatia com o líder ou anfitrião entre outros. O que importa é que seu Pequeno Grupo seja o lugar que você deseja estar.

Participe de um Pequeno Grupo! Não perca essa oportunidade de convivência e crescimento, através da comunhão e da Palavra de Deus!

Terceira Igreja

ELAS… as mulheres

Escrever sobre ELAS… é escrever sobre os mimos da infância, as descobertas da adolescência, a beleza da juventude, as dúvidas e o cansaço dos 35, a alegria dos 40, a serenidade que vem chegando aos 50.

Escrever sobre ELAS é falar do poder da fragilidade com toda ambiguidade do termo. Então penso sobre um dos movimentos mais poderosos e influenciáveis da história humana, o feminismo.

O feminismo não é um movimento novo, na verdade Jesus já sinalizou um genuíno discurso na história. Jesus tinha um alto conceito das mulheres ao contrário de sua cultura e momento histórico. Toda vez que Jesus se referia a ELAS era com dignidade e respeito.

O feminismo tem se manifestado em três ondas. Neste primeiro movimento a mulher era vista como mulheres e humanas e não deveriam ser julgadas por um padrão masculino. Elas eram conhecidas como feministas maternais. Elas se interessavam em seu papel como mãe, em sua família e na comunidade como um todo.


Na segunda onda do feminismo, o discurso anterior se tornou menos interessante, o foco passou a ser no eu e na sua atuação. O papel de ser mãe foi substituído pelo papel do mercado de trabalho em meados do século XX. Além disso, o discurso neste movimento minimizou o aspecto feminino de sua natureza, aceitaram um padrão masculino e exigiu que a mulher fosse avaliada de acordo com este padrão perdendo muito da sua essência e identidade.

Feministas da terceira onda, tornou-se ativo no final do século XX, passaram a rejeitar os padrões masculino e feminino. Neste movimento tanto homens quanto mulher desaparecem. Surge um novo modelo de uma fusão da sexualidade onde o papel dos gêneros é intercambiável.

Estes movimentos histórico-culturais trazem padrões sutis que aderimos sem notar. E me faz pensar sobre Cristo nos encontrando no ano 2020 e sentando conosco “nos poços das incertezas” e nos conduzindo de volta a essência. Em um movimento de conversão a verdadeira dignidade de sermos a Imago Dei, e particularmente sermos chamadas novamente ELAS.  

Autor(a): Missionária Ieda Silva, adaptado da Tese de Cintia Maglionni, O desaparecimento da Mulher.

Alegria sobrenatural

Você tem aprendido a estar satisfeito em toda e qualquer situação? Gostaria de trazer a lembrança o quanto nosso país tem sido abençoado por Deus, e hoje o Brasil se encontra entre as maiores economias do mundo. É evidente que há grandes segmentos da população que vivem muito próximo a linha de pobreza. Mas também é inegável que, desde a última década, milhões de brasileiros tem alcançado melhores condições de vida. Com a consequência direta dessa realidade, o consumo nos dias atuais não tem precedentes em nossa história. Nos grandes centros, parece não haver limites para o surgimento de shopping centers, grandes templos dedicados ao consumo desenfreado e imediato, seja de sapato e telefone celulares, seja de diversão, seja de alimentos. Com o crescimento da tecnologia, ficou fácil o consumo sem sair de casa. Com um cartão de crédito e poucos cliques é possível consumir tudo o que a imaginação e as propagandas nos sugere. Nunca se conjugou tanto o verbo comprar. Mas existe o outro lado da realidade da fartura.


Vivemos numa época em que se multiplicam os medicamentos para a ansiedade, síndromes do pânico e depressão. A escalada de doenças provocadas pela obesidade é um desafio jamais visto. Hoje morremos não pela falta de comida, mas pelo excesso. O consumo de drogas ilícitas parece não ter freios. O acesso as bebidas alcoólicas alimentam a violência doméstica e as tragédias no trânsito. O preço cobrado pelo deus do consumo sem limite nos obriga a trabalhar mais, procurar um segundo emprego, dormir menos. Vivemos num mundo de consumidores que possuem tudo, com exceção de saúde física e paz de espírito.

Paulo afirma aos filipenses que havia aprendido a estar satisfeito. Havia aprendido a lição do contentamento. Quantos de nós podemos fazer a mesma afirmação? Quantos de nós podemos dizer ‘tenho tudo, até em excesso’ (v. 18)? Vivendo no mundo de consumo a qualquer preço, precisamos aprender a nos perguntar diariamente: isso que me está sendo oferecido vai atender a uma necessidade ou vai apenas me dar o prazer de possuir algo que desejo? Eu quero ou eu preciso? Essas são perguntas que, sinceramente respondidas, podem nos proteger dos efeitos colaterais e adversos. E podem também nos dar maior consciência da grandeza das bençãos que Deus já derramou e continua derramando sobre nós, despertando-nos assim o desejo de louvá-lo como expressão de nossa gratidão.


Quero convidá-lo a viver uma alegria sobrenatural em tempos de tormentas, firmado nas Sagradas Escrituras, como única regra de fé e pratica.

Pr. Felipe Abreu

Os privilégios de participar de um Pequeno Grupo

Zabatiero explica o que são um Pequenos Grupos (PG’s) dizendo que eles são:

ferramentas educacionais e ministeriais indispensáveis. O pequeno grupo é espaço privilegiado para o estudo bíblico, para a oração, para o serviço mútuo, para a evangelização. Mais que “transmitir conteúdos”, a vida em comunhão dos pequenos grupos é algo que educa. No pequeno grupo não é possível “esconder-se”, mantendo-se inativo e dependente do ministério de outros. No pequeno grupo, o dar e o receber da fé se tornam reais, de um modo que a grande reunião cúltica não é capaz de concretizar.1  

Por isso, consideramos que a existência de cada PG é importante para a igreja. Esse é o método adotado pela Terceira Igreja, visando a qualidade espiritual e doutrinária dos seus membros, o cuidado mútuo e a proclamação da glória de Deus por meio do exercício prático extraído do ensino das Escrituras. Conforme disse Tuler, “se a igreja local quiser assumir a responsabilidade docente de todos os seus membros, deverá adotar uma prática de educação cristã que envolva todas as suas unidades, serviços e departamentos”.⁠2 

Ficou claro que os PG’s podem ser um veículo de edificação para o corpo de Cristo, pois além de promover o conhecimento acerca de Deus, também oferece a oportunidade de praticar o que foi ensinado pela Escritura.  

Em obediência a Palavra de Deus vamos juntos: conhecer cada vez mais a Bíblia, ensiná-la, cuidar uns dos outros, louvar a Deus com alegria e gratidão, pois assim está escrito: Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria, e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seu coração (Cl. 3.16, NVI). 

Portanto, faça parte de um Pequeno Grupo! Pois, além do privilégio de conhecer melhor a Deus, poderá cuidar de algum irmão e, igualmente, ser cuidado por alguém.   

Sem. Ednardo Guimarães

ZABATIERO, Júlio. Novos caminhos para a educação cristã. São Paulo: Hagnos, 2009, p. 59.TULER, Marcos. Abordagens e Práticas da Pedagogia Cristã. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p. 102.