Você tem aprendido a estar satisfeito em toda e qualquer situação? Gostaria de trazer a lembrança o quanto nosso país tem sido abençoado por Deus, e hoje o Brasil se encontra entre as maiores economias do mundo. É evidente que há grandes segmentos da população que vivem muito próximo a linha de pobreza. Mas também é inegável que, desde a última década, milhões de brasileiros tem alcançado melhores condições de vida. Com a consequência direta dessa realidade, o consumo nos dias atuais não tem precedentes em nossa história. Nos grandes centros, parece não haver limites para o surgimento de shopping centers, grandes templos dedicados ao consumo desenfreado e imediato, seja de sapato e telefone celulares, seja de diversão, seja de alimentos. Com o crescimento da tecnologia, ficou fácil o consumo sem sair de casa. Com um cartão de crédito e poucos cliques é possível consumir tudo o que a imaginação e as propagandas nos sugere. Nunca se conjugou tanto o verbo comprar. Mas existe o outro lado da realidade da fartura.

Vivemos numa época em que se multiplicam os medicamentos para a ansiedade, síndromes do pânico e depressão. A escalada de doenças provocadas pela obesidade é um desafio jamais visto. Hoje morremos não pela falta de comida, mas pelo excesso. O consumo de drogas ilícitas parece não ter freios. O acesso as bebidas alcoólicas alimentam a violência doméstica e as tragédias no trânsito. O preço cobrado pelo deus do consumo sem limite nos obriga a trabalhar mais, procurar um segundo emprego, dormir menos. Vivemos num mundo de consumidores que possuem tudo, com exceção de saúde física e paz de espírito.

Paulo afirma aos filipenses que havia aprendido a estar satisfeito. Havia aprendido a lição do contentamento. Quantos de nós podemos fazer a mesma afirmação? Quantos de nós podemos dizer 'tenho tudo, até em excesso’ (v. 18)? Vivendo no mundo de consumo a qualquer preço, precisamos aprender a nos perguntar diariamente: isso que me está sendo oferecido vai atender a uma necessidade ou vai apenas me dar o prazer de possuir algo que desejo? Eu quero ou eu preciso? Essas são perguntas que, sinceramente respondidas, podem nos proteger dos efeitos colaterais e adversos. E podem também nos dar maior consciência da grandeza das bençãos que Deus já derramou e continua derramando sobre nós, despertando-nos assim o desejo de louvá-lo como expressão de nossa gratidão.

Quero convidá-lo a viver uma alegria sobrenatural em tempos de tormentas, firmado nas Sagradas Escrituras, como única regra de fé e pratica.

Pr. Felipe Abreu

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