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	<title>Legalismo doutrinário &#8211; Terceira Igreja</title>
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	<description>Uma igreja de Deus pra gente!</description>
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	<title>Legalismo doutrinário &#8211; Terceira Igreja</title>
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		<title>Inimigos do Evangelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[terceiraigreja]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 17:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pastoral]]></category>
		<category><![CDATA[Compreendendo o evangelho]]></category>
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		<category><![CDATA[Inimigos do Evangelho]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os vários inimigos que o Evangelho possui, gostaria de destacar um em importante, na qual não atenta contra a igreja somente de forma externa por não cristãos, mas sim por parte interna ou seja, aqueles que se dizem cristãos e estão longe do verdadeiro evangelho. Suas ações externas são desconexas com suas ações internar. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color: #333333;"><span style="font-size: 1rem;">Entre os vários inimigos que o Evangelho possui, gostaria de destacar um em importante, na qual não atenta contra a igreja somente de forma externa por não cristãos, mas sim por parte interna ou seja, aqueles que se dizem cristãos e estão longe do verdadeiro evangelho. Suas ações </span><span style="font-size: 16px;">externas</span><span style="font-size: 1rem;"> são desconexas com suas ações internar. O nome disso é: legalismo. </span></span></h2>
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<p>Você sabe o que é?  É a tentativa de acrescentar algo à obra completa de Cristo. Todo o sistema, regras, expectativas ou regulamentos que condiciona a salvação ao esforço humano de agradar a Deus, como uma recompensa por desempenho. O legalismo é o meio humano de tentar através da obediência de regras de homens, ser aceito e amado por Deus, anulando a Graça misericordiosa.</p>
<p>A maneira como Jesus utilizava as parábolas nos surpreende pelo seguinte aspecto; elas vão ilustrar e esclarecer a verdade para aqueles que têm ouvidos, mas tem efeito contrário para aqueles que se opõem e rejeitam Cristo. O simbolismo esconde a verdade de qualquer um que não tenha a disciplina ou o desejo de procurar pelo significado pretendido por Jesus. É por isso que Cristo adota esse estilo de instrução.</p>
<p>No texto de Lucas 18.9-14, através desta parábola apresentada por Jesus, Ele apresenta dois feitios; um que se diz “amigo do “<strong>e</strong>”vangelho”, o fariseu, e outro que era visto como “inimigo do “<strong>E</strong>”vangelho”, o publicano.</p>
<p>Para uma possível ilustração, gostaria que imaginasse a imagem de uma estátua e uma espoja; de forma que se a graça de Deus desce como uma chuva, podemos fazer duas escolhas, ou ser uma estátua ou uma espoja. A estátua com sua imagem representativa imponente, mas sempre repelindo a chuva, e uma espoja sem qualquer imponência ou com grande representatividade, mas sempre limpando e absolvendo a chuva.</p>
<p>Esta estátua, o fariseu, em seu legalismo apresentava algumas características</p>
<p>a) Em sua oração, não deixava de apresentar o “outo-elogio”, um tributo a si mesmo;</p>
<p>b) Uma longa lista de realizações pessoais;</p>
<p>c) Uma autoconsciência que representava propriamente um sinal seguro de si mesmo, mas sem profundidade da graça;</p>
<p>d) Uma imensa alegria por não pecar em um caminho, enquanto ele estava pecando em outro de forma muito pior;</p>
<p>e) Uma grade convicção intelectual em suas orações, mas sem nenhum contato com Deus.</p>
<p>No final das contas, acho que ele não apenas orou para si mesmo, mas também deu o dízimo para sua própria conta de poupança e jejuou para sua própria saúde!</p>
<p>Ele podia fazer todas as coisas certas, mas sem sucesso com o coração errado.</p>
<p>a) O orgulho é tão sutil que, se não tomarmos cuidado, ficaremos orgulhosos de nossa humildade;</p>
<p>b) Quando isso acontece, nossa bondade se torna maldade, nossas virtudes se tornam vícios.</p>
<p>A oração do fariseu mostrou que ele era egocêntrico; mostrou que ele era vaidoso; mostrou que sua moralidade era baseada em negativas; mostrou que sua adoração era baseada em coisas externas.</p>
<p>Mas se voltarmos para a oração do publicano, a oração de espoja, encontramos a humilhação de um coração quebrantado e não legalista. Sua oração mostrou:</p>
<p>a) Que ele era humilde perante Deus e os homens;</p>
<p>b) Mostrou que estava mais ciente de seus próprios pecados do que dos outros;</p>
<p>c) Mostrou que não estava preocupado em obter riqueza material;</p>
<p>d) Mostrou que ele estava consciente de sua posição diante de Deus;</p>
<p>e) Sua oração &#8211; era como a de Davi em <a href="https://pro.studylight.org/study-desk.html?q1=Ps+51:1&amp;t1=eng_nas">Salmos 51: 1</a>“<u>Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; </u></p>
<p><u>De acordo com a multidão de Suas ternas misericórdias, Apague minhas transgressões. ”</u></p>
<p>Que choque para seus ouvintes ao ouvir que <strong>o pecador foi</strong> embora justificado, e não <strong>o homem santo</strong>!</p>
<p>Através da atitude do publicano, precisamos aprender e combater algumas práticas legalistas tais como:</p>
<p><strong><u>Legalismo doutrinário:</u></strong> proibir o que Deus não proíbe e ordenar o que ele não ordenou.</p>
<p>a) Acreditar que você é justo em si mesmo, com base em seu zelo e compromisso com a lei de Deus. Paulo combate isso em (Rm 10.3-4) &#8211; &#8220;<u>Porquanto, ignorando a justiça que vem de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se submeteram à justiça de Deus. Porque o fim da Lei é Cristo, para a justificação de todo o que crê.</u>&#8220;);</p>
<p>b) Paulo, alertou e exortou a igreja de Gálatas – (Gl 3.1-4) – uma das principais exortações da carta está linkada com a natureza do evangelho e a suficiência plena de Cristo para a salvação pela fé – eles queriam acrescentar algo à obra completa de Cristo;</p>
<p>c) Impor aos outros um padrão de santidade externa na qual Deus não estabeleceu em sua Palavra.</p>
<p><strong><u>Legalismo pratico</u></strong>: estar intelectualmente comprometidos com as doutrinas da graça e ter um “discurso vazio” quanto à liberdade que Cristo comprou para os crentes, ao mesmo tempo em que negamos isso por meio de nossas palavras e ações.</p>
<p>a) Começam a desprezar os outros e julgar aqueles que não experimentaram o que ele experimenta.</p>
<p>Devemos aprender que a cura para o legalismo precisa passar pelos seguintes aspectos:</p>
<p>A doutrina da justificação pela graça e misericórdia de Deus.</p>
<p>Compreender que:</p>
<p>a) Grandes pensamentos de si e grande graça nunca andam juntos;</p>
<p>b) Coisas leves, como palhas e penas, são carregadas no alto; bens valiosos mantêm seus lugares e permanecem embaixo, não porque estão acorrentados ou presos lá, mas em virtude de seu próprio peso;</p>
<p>c) Precisamos apreender que assim como um pássaro deve primeiro se abaixar para voar, a alma deve se humilhar antes de encontrar Deus.</p>
<p><strong>Enfim podemos gritar o grito de um coração libertado do legalismo:</strong></p>
<p><em>“Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim. Não anulo a graça de Deus; pois, se a justiça é mediante a lei, segue-se que morreu Cristo em vão”. (Gl 2. 20–21).</em></p>
<p style="text-align: right;">Pr. Felipe Abreu</p>
</div>
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