Estudo 14 – Debaixo do capô

É importante reconhecer esta distinção entre união e comunhão. Nossa união com Deus é unilateral ou de mão única. E, uma vez que é inteiramente obra de Deus, nada que fazemos pode alterar nosso status para com Deus. Mas Deus nos salvou para que pudéssemos ter comunhão com ele; e esta comunhão com Deus é de mão dupla. Deus se relaciona conosco e nós, em resposta, nos relacionamos com Deus. Assim, nós contribuímos para o relacionamento e, portanto, o que fazemos pode afetar a nossa experiência de Deus.

Jesus se manifestou para que as pessoas pudessem ter comunhão com Deus. Juntos, nós participamos da vida da Trindade. Somos da família de Deus; ele é nosso Pai, Jesus é nosso irmão e temos uns aos outros como irmãos e irmãs; o resultado é uma comunidade na qual a alegria se faz plena. O Pai tem prazer no
Filho, e ele tem prazer de compartilhar conosco esse prazer. Nós temos prazer no Filho, e temos alegria por compartilhar este prazer com outros. Alegria completa!

COLOCANDO EM PRÁTICA
A cada dia nestes próximos dias, separe algum tempo para relembrar cada um dos princípios aprendidos em cada capítulo.

QUESTÕES PARA REFLEXÃO
• Qual a importância do princípio do três-e-um para sua vida cristã?

• Qual a importância do princípio união e comunhão para sua vida cristã?

• Qual capítulo falou mais com você? Por quê?

• De que formas você experimentou mais de Deus durante estes estudos?

Guia de Estudo EXPERIMENTANDO MAIS DE DEUS, por Tim Chester – Editora Fiel